espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Assassínios de indígenas sobem 22% e mortes infantis passam de 1.000

Mundo · Sociedade3 órgãos · 2 redações · 3 artigos · primeira publicação 13/08, 23:30 · última 14/08, 00:07

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 50% centro (1) · 50% direita (1) (+1 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Estado português1
  • New adVentures, Lda.1
  • Observador On Time, S.A.1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Observador, às 23:30. Do primeiro ao último artigo passaram 37 min.

Observador
Notícias ao Minuto
RTP Notícias (inclui Antena 1)
13/08, 23:3014/08, 00:07

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Assassínios de indígenas sobem 22% no Brasil e mortes infantis passam de 1.000

A violência contra os povos indígenas disparou no Brasil em 2025, com 258 assassínios, mais 22,3% do que no ano anterior, e 1.024 casos de mortalidade infantil, revelou hoje o Conselho Indigenista…

Centro-direita (1)

Observador

Assassínios de indígenas sobem 22% no Brasil

Os assassínios de indígenas no Brasil registaram-se principalmente em Roraima, Amazonas e Mato Grosso do Sul. Foram ainda registados 474 casos de violência, incluindo 38 tentativas de homicídio.

Sem classificação (1)

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.