espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Dívida pública a aumentar? “Não nos assustemos”, diz Luís Montenegro

Política · Economia2 órgãos · 2 artigos · primeira publicação 4/08, 14:44 · última 4/08, 16:36

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 50% centro (1) · 50% direita (1)

Grupos de media na cobertura

  • Estado português1
  • Grupo Renascença Multimédia1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Rádio Renascença, às 14:44. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 52 min.

Rádio Renascença
RTP Notícias (inclui Antena 1)
4/08, 14:444/08, 16:36

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

"Não nos assustemos". Montenegro minimiza crescimento da dívida pública

A dívida pública na ótica de Maastricht, aquela que conta para Bruxelas, ascendeu, no segundo trimestre do ano, a 92,9 por cento do Produto Interno Bruto, de acordo com os últimos números do Banco de…

Centro-direita (1)

Rádio Renascença

Dívida pública a aumentar? “Não nos assustemos”, diz Luís Montenegro

O primeiro-ministro desconsidera assim o crescimento para 92,9% do PIB da dívida pública portuguesa, referindo também que Portugal irá "surpreender com os resultados" que vai apresentar no final do…

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.