espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Governo nomeia por três anos nova administração de entidade que vai extinguir até junho de 2027

Política2 órgãos · 3 artigos · primeira publicação 7/08, 06:51 · última 7/08, 15:43

Dos 2 órgãos classificados: 50% esquerda (1) · 0% centro (0) · 50% direita (1)

Grupos de media na cobertura

  • Grupo Renascença Multimédia1
  • Sonaecom1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Rádio Renascença, às 06:51. Do primeiro ao último artigo passaram 8 h 52 min.

Rádio Renascença
Público
7/08, 06:517/08, 15:43

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro-esquerda (1)

Públicoparcial

ADENE: nova administração nomeada por três anos para agência que será extinta em 2027

A ADENE tem extinção decretada para Junho de 2027, altura em que deverá ser totalmente absorvida pela nova “superagência” para a Geologia e Energia. Ministra afasta risco de indemnizações.

Centro-direita (1)

Rádio Renascença

"Não haverá lugar a quaisquer indemnizações" na ADENE, garante ministra

Depois de a Renascença avançar que a ADENE, a Agência para a Energia que será extinta até junho do próximo ano, tinha eleito uma nova administração por três anos, a ministra do Ambiente veio…

mais 1 artigo anterior do mesmo órgão

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.