espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Malária matou 47 pessoas em seis meses na província moçambicana de Nampula

Mundo3 órgãos · 2 redações · 3 artigos · primeira publicação 8/08, 10:43 · última 8/08, 11:25

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 50% centro (1) · 50% direita (1) (+1 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Estado português1
  • Grupo Renascença Multimédia1
  • New adVentures, Lda.1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: RTP Notícias (inclui Antena 1), às 10:43. Do primeiro ao último artigo passaram 42 min.

RTP Notícias (inclui Antena 1)
Notícias ao Minuto
Rádio Renascença
8/08, 10:438/08, 11:25

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Malária matou 47 pessoas em seis meses na província moçambicana de Nampula

Pelo menos 47 pessoas morreram em mais de 700 mil infetados por malária no primeiro semestre deste ano na província de Nampula, norte de Moçambique, segundo o porta-voz do Governo provincial.

Centro-direita (1)

Rádio Renascença

Malária matou 47 pessoas em seis meses na província moçambicana de Nampula

As autoridades asseguraram a continuidade da distribuição de redes mosquiteiras e das ações de sensibilização das comunidades para reduzir novas infeções.

Sem classificação (1)

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.