Ministro anuncia que processo de digitalização dos exames vai ser avaliado pelo Conselho Nacional de Educação
Sociedade5 órgãos · 3 redações · 6 artigos · primeira publicação 7/08, 18:39 · última 7/08, 20:43
Dos 4 órgãos classificados: 25% esquerda (1) · 50% centro (2) · 25% direita (1) (+1 sem classificação, fora das percentagens)
Os títulos, lado a lado
Esquerda
Centro
Direita
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Diário de Notícias, às 18:39. Do primeiro ao último artigo passaram 2 h 4 min.
A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.
Centro-esquerda (1)
Conselho Nacional de Educação vai fazer avaliação sobre processo de classificação digital dos exames até ao final do ano
Será o Conselho Nacional de Educação a apurar o que correu bem e o que correu mal no processo de classificação digital dos exames. E que, apesar dos problemas da 1.ª fase, o ministro quer manter.
Centro (2)
Conselho Nacional de Educação vai avaliar digitalização dos exames
Fernando Alexandre considera que o modelo é para continuar, pois funcionou, "como ficou evidente" na segunda fase das provas nacionais.
Centro-direita (1)
Conselho Nacional de Educação vai avaliar digitalização dos exames
Processo de digitalização dos exames vai ser avaliado pelo Conselho Nacional de Educação até ao final do ano.
Sem classificação (1)
Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.