espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Montenegro anuncia reforço na fronteira Sul, mas rejeita "histeria"

Política · Mundo2 órgãos · 3 artigos · primeira publicação 31/07, 18:59 · última 31/07, 21:51

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 50% centro (1) · 50% direita (1)

Grupos de media na cobertura

  • Estado português1
  • Grupo Renascença Multimédia1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Rádio Renascença, às 18:59. Do primeiro ao último artigo passaram 2 h 52 min.

Rádio Renascença
RTP Notícias (inclui Antena 1)
31/07, 18:5931/07, 21:51

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Crise migratória em Ceuta. Vigilância reforçada nas fronteiras sul do país

O primeiro-ministro considera a situação em Ceuta "grave", mas afasta a ideia de suspensão de fronteiras. Luís Montenegro diz que "não é necessário entrar em histeria".

mais 1 artigo anterior do mesmo órgão

Centro-direita (1)

Rádio Renascença

Montenegro anuncia reforço na fronteira Sul, mas rejeita "histeria"

Crise migratória em Ceuta é grave, mas devemos dar uma palavra de maior tranquilidade, afirma o primeiro-ministro, que rejeita suspender o Acordo de Schengen, como defende André Ventura e como fez…

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.