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"O descalabro é inequívoco": atrasos nas conservatórias do IRN agravam-se e contrariam discurso de recuperação, garante o sindicato

3 órgãos · 2 redações · 3 artigos · primeira publicação 10/08, 17:48 · última 11/08, 14:05

Dos 3 órgãos classificados: 33% esquerda (1) · 0% centro (0) · 67% direita (2)

Grupos de media na cobertura

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Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Expresso, às 17:48. Do primeiro ao último artigo passaram 20 h 18 min.

Expresso
Rádio Renascença
Público
10/08, 17:4811/08, 14:05

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro-esquerda (1)

Públicoparcial

Atrasos nas conservatórias agravam-se, trabalhadores dizem que “descalabro é inequívoco”

Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado diz que, em Junho, 237 das 404 conservatórias apresentavam atrasos e 192 serviços viram atrasos aumentar, em particular no registo automóvel.

Centro-direita (2)

Rádio Renascença

Sindicato dos trabalhadores do IRN denuncia aumento de 13% nos atrasos entre maio e junho

Trabalhadores dos Registos e Notariado denunciam um agravamento de cerca de 13% nos atrasos entre maio e junho. Sindicato contabiliza agora mais de 46 mil pendências nos serviços.

Expressoassinantes

"O descalabro é inequívoco": atrasos nas conservatórias do IRN agravam-se e contrariam discurso de recuperação, garante o sindicato

Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado garante que os dados apresentados pela nova gestão do IRN não batem certo com a realidade. Os atrasos continuam a acumular-se

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.