Austrália inclui pela primeira vez questões sobre género e orientação sexual em censos
Mundo5 órgãos · 4 redações · 5 artigos · primeira publicação 11/08, 07:46 · última 11/08, 17:31
Dos 4 órgãos classificados: 25% esquerda (1) · 25% centro (1) · 50% direita (2) (+1 sem classificação, fora das percentagens)
Os títulos, lado a lado
Centro
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 07:46. Do primeiro ao último artigo passaram 9 h 45 min.
A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.
Centro-esquerda (1)
Censo na Austrália inclui pela primeira vez dados sobre comunidade LGBTQI+
O objectivo é obter, pela primeira vez, um panorama estatístico nacional da população LGBTQI+, que possa ser utilizado na formulação de políticas públicas.
Centro (1)
Austrália inclui pela primeira vez questões sobre género e orientação sexual em censos
A Austrália realiza hoje um censo nacional da população e da habitação, que fornece um retrato demográfico do país e que este ano, pela primeira vez, inclui perguntas sobre género e orientação sexual.
Centro-direita (2)
Austrália inclui pela primeira vez questões sobre género e orientação sexual em censos
Questionário deverá ser respondido por todos os australianos na noite desta terça-feira, incluindo cidadãos, residentes estrangeiros, estudantes internacionais e visitantes.
Sem classificação (1)
Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.