espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Casa de Deniz Gül, jogador do FC Porto, assaltada

4 órgãos · 6 artigos · primeira publicação 9/08, 14:17 · última 10/08, 09:45

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 50% centro (1) · 50% direita (1) (+2 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Medialivre2
  • Altice Portugal1
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Os títulos, lado a lado

Centro

Sábado
Casa de Deniz Gül assaltada

Direita

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 14:17. Do primeiro ao último artigo passaram 19 h 28 min.

Correio da Manhã
Notícias ao Minuto
24notícias (ex-SAPO 24)
Sábado
9/08, 14:1710/08, 09:45

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

Sábado

Casa de Deniz Gül assaltada

Não se encontrava ninguém na residência do jogador do FC Porto em Canidelo.

Centro-direita (1)

Correio da Manhã

Casa de Deniz Gül, jogador do FC Porto, assaltada

No momento do assalto não estava ninguém no interior da habitação.

mais 2 artigos anteriores do mesmo órgão

Sem classificação (2)

24notícias (ex-SAPO 24)

Segundo assalto a jogador do FC Porto em três meses. Casa de Deniz Gül foi alvo de furto

A residência de Deniz Gül, jogador do FC Porto, foi assaltada este domingo de manhã, numa altura em que o futebolista não se encontrava em casa.

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.