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espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Caso Lindsay Clancy: o que acontece se o júri não chegar a um consenso após morte dos três filhos?

2 órgãos · primeira publicação 2/09, 01:56 · última 2/09, 13:35 · 11 h 39 min de cobertura

Quem cobre esta história

2 órgãos, de 59 no registo cobrem esta história. 2 têm posição editorial conhecida: centro-esquerda 1 · centro-direita 1.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia articles. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Dos 2 órgãos classificados: 50% esquerda (1) · 0% centro (0) · 50% direita (1)

A centro-esquerda conta como esquerda e a centro-direita como direita.

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Rádio Renascença, às 01:56. Do primeiro ao último artigo passaram 11 h 39 min.

2/09, 01:562/09, 13:35

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro-esquerda (1)

Públicoparcial

O júri está num impasse: que desfecho pode esperar Lindsay Clancy?

O júri do julgamento que decorre há seis semanas em Massachusetts, nos EUA, está num impasse. Cabe-lhe decidir a intencionalidade do crime cometido pela mãe diagnosticada com psicose pós-parto.

Centro-direita (1)

Rádio Renascença

Caso Lindsay Clancy: o que acontece se o júri não chegar a um consenso após morte dos três filhos?

Premeditação ou psicose pós-parto? Após mais de 80 testemunhas e 300 provas, a dúvida ainda paira entre os 12 jurados na sexta semana de julgamento.

Histórias relacionadas

São aproximadas por palavras em comum nos títulos, porque ninguém leu as duas histórias para dizer que se relacionam. Como se mede.

2 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Grupo Renascença Multimédia · Sonaecom

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.