espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Condenados a penas entre seis e nove anos de prisão por burla com falsos arrendamentos de AL

Sociedade3 órgãos · 4 artigos · primeira publicação 7/08, 13:21 · última 8/08, 08:25

Dos 2 órgãos classificados: 50% esquerda (1) · 0% centro (0) · 50% direita (1) (+1 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

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  • New adVentures, Lda.1
  • Sonaecom1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Público, às 13:21. Do primeiro ao último artigo passaram 19 h 3 min.

Público
Notícias ao Minuto
Correio da Manhã
7/08, 13:218/08, 08:25

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro-esquerda (1)

Públicoparcial

Condenados a penas entre seis e nove anos de prisão por burla com falsos arrendamentos de AL

Grupo alugava casas do alojamento local e fazia contratos de arrendamento de imóveis a vítimas. Dos 16 arguidos, três receberam pena de prisão efectiva.

Centro-direita (1)

Correio da Manhã

Cabecilha de esquema de falsos arrendamentos condenado a nove anos de prisão mas pena total seria de 240

Cabecilha do esquema levou pena de nove anos de prisão. Foram enganadas mais de 80 vítimas, num total de 180 mil euros

mais 1 artigo anterior do mesmo órgão

Sem classificação (1)

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.