Croatas protestam contra depósito ilegal de lixo perto de parque natural
Mundo3 órgãos · 2 redações · primeira publicação 5/09, 18:21 · última 5/09, 22:14 · 3 h 52 min de cobertura
Quem cobre esta história
3 órgãos, de 62 no registo cobrem esta história. 2 têm posição editorial conhecida: centro 1 · centro-direita 1. 1 não tem.
A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.
Dos 2 órgãos classificados: 0 esquerda · 1 centro · 1 direita (+1 sem classificação)
A centro-direita conta como direita.
Pelo menos 1 dos 3 publicaram texto igual ao de outro órgão: 2 redações distintas.
Os títulos, lado a lado
Centro
Direita
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.
O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.
Responder ao inquéritoCronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Observador, às 18:21. Do primeiro ao último artigo passaram 4 h 36 min.
A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.
Centro (1)
Milhares de croatas protestam contra depósito ilegal de lixo perto de parque natural
Milhares de croatas manifestaram-se hoje em Zagreb para exigir responsabilidades pela deposição ilegal até 45 mil toneladas de resíduos eletrónicos, médicos e plásticos importados para a Croácia…
Centro-direita (1)
Croatas protestam contra lixo perto de parque natural
Milhares de croatas manifestaram-se em Zagreb para exigir responsabilidades pela deposição ilegal até 45 mil toneladas de resíduos importados para a Croácia e enterrados perto de um parque natural.
Sem classificação (1)
3 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Estado português · New adVentures, Lda. · Observador On Time, S.A.
Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.