espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Destruição de docas e furto de bicicletas da rede Gira causa "avultados prejuízos" em Lisboa

Sociedade · Economia5 órgãos · 5 artigos · primeira publicação 13/08, 15:05 · última 13/08, 16:08

Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 33% centro (1) · 67% direita (2) (+2 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Impresa1
  • Média Capital1
  • Medialivre1
  • New adVentures, Lda.1
  • Observador On Time, S.A.1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 15:05. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 3 min.

Correio da Manhã
Observador
SIC Notícias
CNN Portugal
Notícias ao Minuto
13/08, 15:0513/08, 16:08

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

Centro-direita (2)

Observador

Rede Gira 1.000 bicicletas arrancadas e docas destruídas

A Câmara Municipal de Lisboa falha em prejuízos de "cerca de 400 mil euros" desde o final de 2025 com mais de 1.400 docas destruídas e mais de 1.000 bicicletas furtadas numa vaga de vandalismo grave.

Correio da Manhã

Destruição de docas e furto de bicicletas da rede Gira causa "avultados prejuízos" em Lisboa

Desde o início deste ano e até ao momento, já foram contabilizados mais de 700 atos de vandalismo.

Sem classificação (2)

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.