Entre 8.000 e 11.000 migrantes continuam em Ceuta, garante o Governo local
Mundo5 órgãos · 3 redações · 7 artigos · primeira publicação 8/08, 13:55 · última 8/08, 19:32
Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 33% centro (1) · 67% direita (2) (+2 sem classificação, fora das percentagens)
Os títulos, lado a lado
Centro
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Expresso, às 13:55. Do primeiro ao último artigo passaram 5 h 38 min.
A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.
Centro (1)
Entre 8.000 e 11.000 migrantes continuam em Ceuta
O presidente do governo regional de Ceuta, Juan Vivas, estimou hoje entre 8.000 e 11.000 as pessoas que permanecem atualmente na cidade na sequência da entrada em massa de 30 de julho.
Centro-direita (2)
Governo regional de Ceuta admite não saber ao certo quantos menores entraram no território
Governo regional pede calma relativamente a uma possível nova vaga de entrada de migrantes no próximo dia 15
mais 1 artigo anterior do mesmo órgão
Entre 8 mil e 11 mil migrantes continuam em Ceuta
Balanço foi partilhado pelo presidente do governo regional de Ceuta, Juan Vivas.
Sem classificação (2)
mais 1 artigo anterior do mesmo órgão
Ceuta diz que até 11 mil pessoas permanecem na cidade e exige regressos a Marrocos
O presidente do Governo Regional de Ceuta, Juan Vivas, estima que entre 8.000 e 11.000 pessoas permaneçam atualmente na cidade, oito dias depois da entrada em massa de pessoas provenientes de…
Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.