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espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Escândalo de financiamento ilegal abala Nigel Farage

Mundo3 órgãos · primeira publicação 4/09, 10:06 · última 4/09, 20:19 · 10 h 14 min de cobertura

Fotografia: Observador · artigo de origem

Quem cobre esta história

3 órgãos, de 59 no registo cobrem esta história. 3 têm posição editorial conhecida: esquerda 1 · centro 1 · centro-direita 1.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia articles. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Dos 3 órgãos classificados: 33% esquerda (1) · 33% centro (1) · 33% direita (1)

A centro-direita conta como direita.

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Observador, às 10:06. Do primeiro ao último artigo passaram 10 h 14 min.

4/09, 10:064/09, 20:19

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Esquerda (1)

Esquerda.net

Novo escândalo de financiamento ilegal abala extrema‑direita britânica

Dois dirigentes do Reform UK demitiram-se após terem sido apanhados com Nigel Farage a combinar formas de fugir à lei do financiamento partidário com donativos a partir do estrangeiro.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Dirigentes do Reform UK renunciam após escândalo na extrema-direita britânica

James Orr e Dan Jukes, assessores de Nigel Farage no Reform UK, renunciaram aos seus cargos esta sexta-feira.

Centro-direita (1)

Observador

Escândalo de financiamento ilegal abala Nigel Farage

Dan Jukes e James Orr saíram na sequência de um inquérito interno, aberto após reportagem da Channel 4, que mostra os assessores a aceitar doações ilegais de estrangeiros.

3 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Bloco de Esquerda · Estado português · Observador On Time, S.A.

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.