GNR apreende mais de meia tonelada de noz de areca em Lisboa
Sociedade · Regional6 órgãos · 3 redações · 6 artigos · primeira publicação 14/08, 12:06 · última 14/08, 18:38
Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 33% centro (1) · 67% direita (2) (+3 sem classificação, fora das percentagens)
Os títulos, lado a lado
Centro
Direita
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 12:06. Do primeiro ao último artigo passaram 6 h 32 min.
A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.
Centro (1)
Centro-direita (2)
GNR apreende mais de meia tonelada de noz psicoativa
Durante uma ação de fiscalização a um estabelecimento comercial em Lisboa, foram apreendidos 568 quilogramas de noz de areca. Produção, importação, exportação, distribuição e venda são proibidas.
GNR apreende mais de meia tonelada de noz de areca em Lisboa
A apreensão ocorreu numa ação de fiscalização. A substância foi encaminhada para a ASAE.
Sem classificação (3)
GNR apreende mais de meia tonelada de noz psicoativa
A GNR apreendeu na quinta-feira, em Lisboa, mais de meia tonelada de noz de areca, uma substância psicoativa de comercialização...
GNR apreende 568 quilos de noz de areca em estabelecimento comercial em Lisboa. Fruto integra lista de substâncias psicoativas
A Unidade de Ação Fiscal da GNR apreendeu 568 quilos de noz de areca durante uma ação de fiscalização realizada esta quinta-feira, 13 de agosto, num estabelecimento comercial do concelho de Lisboa.
Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.