Google vai ter nova rede de cabos submarinos entre a América e a Europa
Economia7 órgãos · 2 redações · 7 artigos · primeira publicação 11/08, 19:14 · última 12/08, 09:14
Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 33% centro (1) · 67% direita (2) (+4 sem classificação, fora das percentagens)
Os títulos, lado a lado
Direita
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 19:14. Do primeiro ao último artigo passaram 14 h.
A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.
Centro (1)
Google vai ter nova rede de cabos submarinos entre a América e a Europa
Objetivo é reforçar a conectividade entre a América, a região das Caraíbas e a Europa, através de três novos cabos submarinos nas Caraíbas e no Pacífico.
Centro-direita (2)
Google vai ter nova rede de cabos submarinos entre a América e a Europa
No oceano Pacífico, um anel submarino criará rotas redundantes que ligarão o Chile ao Panamá, juntamente com uma terceira ligação entre o país centro-americano e a costa oeste dos Estados Unidos,…
Google vai ter nova rede de cabos submarinos entre a América e a Europa
Nova infraestrutura é composta pelo cabo 'Alisios', 'Canoa' e pelo 'OlaLuz'.
Sem classificação (4)
Google vai ter nova rede de cabos submarinos entre a América e a Europa
Projeto prevê a instalação de três novos cabos submarinos nas Caraíbas e no Pacífico para reforçar a conectividade entre a América, a região das Caraíbas e a Europa.
Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.