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espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Governo de Ceuta apela à calma após distúrbios em manifestações

Mundo4 órgãos · 2 redações · primeira publicação 28/08, 00:37 · última 28/08, 09:23

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 50% centro (1) · 50% direita (1) (+2 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

O inquérito serve para tirar estes órgãos do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Expresso, às 00:37. Do primeiro ao último artigo passaram 8 h 46 min.

28/08, 00:3728/08, 09:23

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Governo de Ceuta apela à calma após distúrbios em manifestações

O Governo de Ceuta fez um apelo público à calma, após manifestações de habitantes da cidade espanhola contra a crise migratória terem degenerado em distúrbios.

Centro-direita (1)

Expressoassinantes

Governo de Ceuta pede tranquilidade após manifestações

O Governo de Ceuta apelou publicamente à calma, após manifestações contra a crise migratória na cidade espanhola terem degenerado em distúrbios

Sem classificação (2)

Jornal Económico

Migrações: Governo de Ceuta apela à calma após distúrbios em manifestações

A mensagem do executivo da cidade autónoma, divulgada através da rede social X, vem acompanhada de um cartaz com as mensagens: "Ceuta somos todos, não à violência, sim à união" e "Ceuta acima de…

4 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Estado português · Impresa · Media9Par, S.A. · New adVentures, Lda.

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.