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espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Guiné-Bissau. Oposição pede que comunidade internacional não legitime referendo

Mundo3 órgãos · 2 redações · primeira publicação 4/09, 19:05 · última 4/09, 21:00 · 1 h 56 min de cobertura

Fotografia: Jornal Económico · artigo de origem

Quem cobre esta história

3 órgãos, de 59 no registo cobrem esta história. Um tem posição editorial conhecida: centro 1. 2 não têm.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia articles. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Do único órgão classificado: 0% esquerda (0) · 100% centro (1) · 0% direita (0) (+2 sem classificação)

Pelo menos 1 dos 3 publicaram texto igual ao de outro órgão: 2 redações distintas.

O inquérito serve para tirar estes órgãos do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: RTP Notícias (inclui Antena 1), às 19:05. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 56 min.

4/09, 19:054/09, 21:00

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Guiné-Bissau. Oposição pede que comunidade internacional não legitime referendo

As duas principais plataformas de partidos da oposição ao regime em na Guiné-Bissau (PAI-Terra Ranka e API--Cabas Garandi) instaram hoje a comunidade internacional a não legitimar o referendo…

Sem classificação (2)

Jornal Económico

Guiné-Bissau: oposição pede que comunidade internacional não legitime referendo

A posição da Plataforma da Aliança Inclusiva (PAI- Terra Ranka) liderada pelo histórico Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e a Aliança Patriótica Inclusiva, Cabas Garandi…

3 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Estado português · Media9Par, S.A. · New adVentures, Lda.

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.