espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Incêndio que causou 168 mortos em Hong Kong começou com beata de cigarro

Mundo5 órgãos · 4 redações · 6 artigos · primeira publicação 8/08, 11:24 · última 8/08, 13:39

Dos 4 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 25% centro (1) · 75% direita (3) (+1 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Estado português1
  • Grupo Renascença Multimédia1
  • Média Capital1
  • Medialivre1
  • New adVentures, Lda.1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Notícias ao Minuto, às 11:24. Do primeiro ao último artigo passaram 2 h 15 min.

Notícias ao Minuto
RTP Notícias (inclui Antena 1)
Rádio Renascença
Nascer do SOL
Correio da Manhã
8/08, 11:248/08, 13:39

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

Centro-direita (3)

Correio da Manhã

Revelada a causa do incêndio num complexo residencial que provocou 168 mortos em Hong Kong

Nas fotografias analisadas do local onde se acredita que o incêndio começou podem observar-se "grandes quantidades" de materiais de embalagem, como cartão ou sacos de plástico, bem como várias beatas.

Rádio Renascença

Incêndio em Hong Kong começou com beata de cigarro

Os especialistas concluíram que as beatas foram a causa mais provável, depois de terem excluído outras possíveis causas, como curto-circuitos elétricos ou mesmo combustão espontânea.

Sem classificação (1)

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.