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quem cobre o quê, na imprensa portuguesa

“Luís Neves deixou há muito de ter condições para ser ministro”

2 órgãos · 1 redação · primeira publicação 5/09, 17:55 · última 5/09, 19:11 · 1 h 16 min de cobertura

Fotografia: Rádio Renascença · artigo de origem

Quem cobre esta história

2 órgãos, de 62 no registo cobrem esta história. 2 têm posição editorial conhecida: esquerda 1 · centro-direita 1.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Dos 2 órgãos classificados: 1 esquerda · 0 centro · 1 direita

A centro-direita conta como direita.

Pelo menos 1 dos 2 publicaram texto igual ao de outro órgão: 1 redação distinta.

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Esquerda.net, às 17:55. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 16 min.

5/09, 17:555/09, 19:11

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Esquerda (1)

Esquerda.net

“Luís Neves deixou há muito de ter condições para ser ministro”

Bloco de Esquerda diz que o Governo tem aproveitado o caso Luís Neves para esconder a má governação nas mais diversas áreas e que a moção de censura do Chega “legitima a má governação” do executivo.

Centro-direita (1)

Rádio Renascença

Luís Neves "deixou há muito de ter condições para ser ministro", diz BE

Bloco de Esquerda acredita que Montenegro tem segurado Luís Neves pela fragilidade do primeiro-ministro desde o caso Spinumviva e para "esconder a má governação" no país.

Histórias relacionadas

São aproximadas por palavras em comum nos títulos, porque ninguém leu as duas histórias para dizer que se relacionam. Como se mede.

2 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Bloco de Esquerda · Grupo Renascença Multimédia

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.