espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Médicos pedem intervenção urgente em Ceuta de Ministério da Saúde espanhol

Mundo4 órgãos · 2 redações · 6 artigos · primeira publicação 8/08, 00:16 · última 8/08, 11:29

Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 33% centro (1) · 67% direita (2) (+1 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Estado português1
  • Grupo Renascença Multimédia1
  • Medialivre1
  • New adVentures, Lda.1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 00:16. Do primeiro ao último artigo passaram 11 h 13 min.

Correio da Manhã
RTP Notícias (inclui Antena 1)
Rádio Renascença
Notícias ao Minuto
8/08, 00:168/08, 11:29

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

Centro-direita (2)

Rádio Renascença

Médicos pedem intervenção em Ceuta de Ministério da Saúde espanhol

Colégio de médicos diz que resposta sanitária colocada em prática até ao momento "é insuficiente para enfrentar uma emergência destas dimensões".

Correio da Manhã

Médicos pedem intervenção urgente em Ceuta de Ministério da Saúde espanhol

Profissionais de saúde consideram que a resposta sanitária colocada em prática até ao momento "é insuficiente para enfrentar uma emergência destas dimensões".

Sem classificação (1)

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.