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espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Ministra da Saúde deixa alerta: próximas semanas vão ser de “grande pressão” nas urgências

3 órgãos · 1 redação · primeira publicação 1/09, 16:37 · última 1/09, 19:21

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 50% centro (1) · 50% direita (1) (+1 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Notícias de Coimbra, às 16:37. Do primeiro ao último artigo passaram 2 h 44 min.

1/09, 16:371/09, 19:21

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Ministra admite "grande pressão" nas urgências de Lisboa e Vale do Tejo nas próximas semanas

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu hoje que as próximas semanas vão ser de grande pressão nas urgências de Lisboa e Vale do Tejo, sobretudo no Hospital de Amadora-Sintra.

Centro-direita (1)

Rádio Renascença

Ministra admite "grande pressão" nas urgências de Lisboa e Vale do Tejo nas próximas semanas

Ana Paula Martins destaca situação complicada no Hospital Amadora-Sintra.

Sem classificação (1)

Notícias de Coimbra

Ministra da Saúde deixa alerta: próximas semanas vão ser de “grande pressão” nas urgências

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu hoje que as próximas semanas vão ser de grande pressão nas urgências...

3 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Estado português · Grupo Renascença Multimédia · Sociedade Fechada, Lda.

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.