espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Morreu Eugénio Fonseca que liderou a Cáritas Portuguesa mais de duas décadas

Sociedade · Regional · Economia14 órgãos · 6 redações · 15 artigos · primeira publicação 12/08, 13:39 · última 13/08, 01:30

Dos 8 órgãos classificados: 13% esquerda (1) · 38% centro (3) · 50% direita (4) (+6 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Impresa2
  • Média Capital2
  • Medialivre2
  • Altice Portugal1
  • Estado português1
  • Global Media Group1
  • Grupo Renascença Multimédia1
  • New adVentures, Lda.1
  • Outra Margem — Publicações e Publicidade, Lda.1
  • Sociedade Fechada, Lda.1
  • Sonaecom1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado — os restantes estão na lista completa em baixo. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Rádio Renascença, às 13:39. Do primeiro ao último artigo passaram 11 h 51 min.

Rádio Renascença
O Setubalense
Público
Correio da Manhã
Jornal de Negócios
Diário de Notícias
CNN Portugal
Notícias de Coimbra
RTP Notícias (inclui Antena 1)
24notícias (ex-SAPO 24)
Notícias ao Minuto
Expresso
Nascer do SOL
SIC Notícias
12/08, 13:3913/08, 01:30

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro-esquerda (1)

Públicoparcial

Morreu Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado

Eugénio Fonseca foi presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal entre 1987 e 2016, tendo sido nomeado em 1999 pela Conferência Episcopal Portuguesa para presidir ao organismo a nível nacional.

Centro (3)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Morreu Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado

Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado (CVP), morreu hoje aos 69 anos, anunciou hoje o cardeal D. Américo Aguiar, bispo de Setúbal.

Centro-direita (4)

Correio da Manhã

Referência do voluntariado morre na praia

Eugénio Fonseca sofreu paragem cardiorrespiratória na praia da Figueirinha. Presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado tinha 69 anos.

mais 1 artigo anterior do mesmo órgão
Expressoassinantes

Morreu Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado

A morte de Eugénio Fonseca foi anunciada pelo cardeal D. Américo Aguiar, que destacou o legado de serviço aos mais vulneráveis e o compromisso com uma Igreja próxima das pessoas

Rádio Renascença

Morreu Eugénio Fonseca que liderou a Cáritas Portuguesa mais de duas décadas

A Diocese de Setúbal recorda, com profunda gratidão, a vida e o testemunho de Eugénio Fonseca, “particularmente a sua dedicação incansável aos mais pobres, frágeis e esquecidos”.

Sem classificação (6)

24notícias (ex-SAPO 24)

Morreu Eugénio Fonseca, antigo presidente da Cáritas Portuguesa

Responsável pelo organismo durante mais de duas décadas morreu esta quarta-feira, aos 69 anos. Era também presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado.

Notícias de Coimbra

Morreu Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado

Eugénio Fonseca, presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado (CVP), morreu hoje aos 69 anos, anunciou hoje o cardeal D. Américo...

Jornal de Negócios

Morreu Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portugal

Eugénio Fonseca foi presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal entre 1987 e 2016, tendo sido nomeado em 1999 pela Conferência Episcopal Portuguesa para presidir ao organismo a nível nacional.

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.