"O Jacaré": Basil da Cunha, a Reboleira e um filme que não é "nem comercial nem de festival"
2 órgãos · 3 artigos · primeira publicação 31/08, 07:00 · última 1/09, 11:35 · 1 dia de cobertura
Quem cobre esta história
2 órgãos, de 62 no registo cobrem esta história. 2 têm posição editorial conhecida: centro-esquerda 1 · centro 1.
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Os títulos, lado a lado
Esquerda
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Sábado, às 07:00. Do primeiro ao último artigo passaram 1 dia.
A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.
Centro-esquerda (1)
Daqui, da Reboleira, toda a gente sai viva!
Por artes da sublimação, a chave da nobreza de O Jacaré, a morte não entra na Reboleira. À beira do encontro nefasto, passa-se à estação seguinte. A doçura continua em Basil da Cunha.
mais 1 artigo anterior do mesmo órgão
Centro (1)
"O Jacaré": Basil da Cunha, a Reboleira e um filme que não é "nem comercial nem de festival"
Bastião do cinema português da periferia, Basil da Cunha despede-se da Reboleira levando-a consigo. "O Jacaré" inaugura uma fase em que comentário social e cinema comercial se confundem.
2 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Medialivre · Sonaecom
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