Polícia brasileira recupera obras de Henri Matisse roubadas em dezembro
Mundo · Sociedade6 órgãos · 3 redações · 6 artigos · primeira publicação 14/08, 06:29 · última 14/08, 08:32
Dos 5 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 40% centro (2) · 60% direita (3) (+1 sem classificação, fora das percentagens)
Os títulos, lado a lado
Centro
Direita
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: SIC Notícias, às 06:29. Do primeiro ao último artigo passaram 2 h 4 min.
A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.
Centro (2)
Polícia brasileira recupera obras de Henri Matisse roubadas em dezembro
A Polícia Civil do estado de São Paulo, no sudeste do Brasil, anunciou a recuperação de obras do pintor francês Henri Matisse, roubadas em dezembro de uma biblioteca da cidade.
Centro-direita (3)
Recuperadas obras de Henri Matisse roubadas em dezembro
Segundo a polícia brasileira, as obras "foram encontradas numa residência no centro de São Bernardo do Campo”, perto de São Paulo.
Polícia brasileira recupera obras de Henri Matisse
A polícia brasileira recuperou "oito das 13 obras" de Matisse, roubadas de uma biblioteca em São Paulo e avaliadas em cerca de 173 mil euros. Para além dos dois detidos, uma mulher está sob custódia.
Polícia brasileira recupera obras de Henri Matisse roubadas em dezembro
Peças estão avaliadas em aproximadamente 200 mil dólares (173 mil euros). Suspeito foi detido.
Sem classificação (1)
Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.