Polícias identificaram pelo menos 124 pessoas por abandono de animais este ano
Sociedade6 órgãos · 4 redações · primeira publicação 15/08, 08:40 · última 15/08, 10:25
Dos 4 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 25% centro (1) · 75% direita (3) (+2 sem classificação, fora das percentagens)
A centro-direita conta como direita.
Os títulos, lado a lado
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Rádio Renascença, às 08:40. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 45 min.
A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.
Centro (1)
Polícias identificaram pelo menos 124 pessoas por abandono de animais este ano
O verão é um das alturas do ano em que tradicionalmente há mais abandonos, devido às férias, alertam a PSP e a GNR.
Centro-direita (3)
Identificadas 124 pessoas por abandono de animais este ano
Abandono de animais de companhia é um ilícito punível, segundo o Código Penal, com até seis meses de prisão ou até 60 dias de multa, agravados em um terço se do abandono resultar perigo de vida.
Polícias identificaram pelo menos 124 pessoas por abandono de animais este ano
Verão é uma das alturas do ano em que tradicionalmente há mais abandonos, devido às férias.
Polícias identificaram pelo menos 124 pessoas por abandono de animais este ano
No mesmo período, as duas forças policiais registaram um total de 275 crimes de abandono de animais de companhia, um ilícito punível, segundo o Código Penal, com até seis meses de prisão ou até 60…
Sem classificação (2)
Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.