Portugal levanta 1,6 mil milhões com custo da dívida a disparar
Economia6 órgãos · primeira publicação 9/09, 10:52 · última 9/09, 16:46 · 5 h 54 min de cobertura
Quem cobre esta história
6 órgãos, de 62 no registo cobrem esta história. Um tem posição editorial conhecida: centro-direita 1. 5 não têm.
A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.
Do único órgão classificado: 0 esquerda · 0 centro · 1 direita (+5 sem classificação)
A centro-direita conta como direita.
O inquérito serve para tirar estes órgãos do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.
Responder ao inquéritoCronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: ECO, às 10:52. Do primeiro ao último artigo passaram 5 h 54 min.
A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.
Centro-direita (1)
"Preço médio de eletricidade no mercado ibérico duplicou"
Filipe Garcia, economista da IMF, explica o impacto da subida dos preços do petróleo, do gás e do gasóleo refinado. Considera que BCE terá mais urgência em subir as taxas de juro.
Sem classificação (5)
Portugal coloca 1.631 milhões em dívida a três, oito e nove anos a taxas acima de 3%
Segundo o IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública
Custo do financiamento de Portugal dispara para máximos em leilão de dívida de 1,6 mil milhões
Juros da dívida pública portuguesa voltam a subir em todas as maturidades, impulsionados pela tensão geopolítica no Médio Oriente e pela perspetiva de novas subidas das taxas de juro pelo BCE.
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Portugal levantou esta quarta-feira mais de 1,6 mil milhões de euros junto de investidores no regresso ao mercado após o verão e em plena tensão global que se fez refletir num agravamento…
6 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Global Media Group · Media9Par, S.A. · New adVentures, Lda. · Observador On Time, S.A. · PDG5 Media, Lda. · Swipe News, S.A.
Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.