Quase 3.950 crianças morreram ou ficaram feridas em quatro anos de guerra na Ucrânia
Mundo · Sociedade5 órgãos · 3 redações · primeira publicação 26/08, 08:34 · última 26/08, 10:12
Dos 4 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 75% centro (3) · 25% direita (1) (+1 sem classificação)
A centro-direita conta como direita.
O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.
Responder ao inquéritoOs títulos, lado a lado
Centro
Direita
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: SIC Notícias, às 08:34. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 38 min.
A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.
Centro (3)
Quase 3.950 crianças morreram ou ficaram feridas em quatro anos de guerra na Ucrânia
Segundo a Missão de Monitorização dos Direitos Humanos das Nações Unidas na Ucrânia, 17 crianças foram mortas em julho, enquanto 166 ficaram feridas, representando um aumento de 49% em relação ao mês…
Quase 3.950 crianças morreram ou ficaram feridas em quatro anos de guerra na Ucrânia
As Nações Unidas informaram hoje que o número mensal de crianças vítimas na Ucrânia atingiu, em julho, o seu nível mais elevado em quatro anos de um conflito que provocou a morte ou ferimentos…
Centro-direita (1)
Ucrânia. 3.950 crianças mortas e feridas desde a guerra
No mês de julho foi registado o número mensal mais alto das vítimas na Ucrânia. 17 crianças foram mortas e 166 ficaram feridas, representando um aumento de 49% em relação a junho.
Sem classificação (1)
5 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Estado português · Impresa · Medialivre · New adVentures, Lda. · Observador On Time, S.A.
Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.