espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Quatro detidos por sequestro, roubo agravado e tráfico de droga em Lisboa

Sociedade4 órgãos · 3 redações · 4 artigos · primeira publicação 13/08, 16:25 · última 13/08, 19:19

Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 33% centro (1) · 67% direita (2) (+1 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Impresa1
  • Média Capital1
  • Medialivre1
  • Observador On Time, S.A.1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: CNN Portugal, às 16:25. Do primeiro ao último artigo passaram 2 h 55 min.

CNN Portugal
Correio da Manhã
Observador
SIC Notícias
13/08, 16:2513/08, 19:19

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro (1)

Centro-direita (2)

Observador

4 detidos por sequestro, roubo e tráfico de droga em Lisboa

Grupo revelou um "elevado grau de perigosidade social e um modus operandi especialmente violento e dissimulado", segundo a Polícia Judiciária. Os detidos tinham entre 25 e 36 anos.

Correio da Manhã

Quatro detidos por sequestro, roubo agravado e tráfico de droga em Lisboa

PJ referiu tratar-se de "um grupo que revelou um elevado grau de perigosidade social e um 'modus operandi' especialmente violento e dissimulado".

Sem classificação (1)

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.