espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

SMAS de Almada garantem que água é “segura” para consumo humano

Sociedade4 órgãos · 5 artigos · primeira publicação 7/08, 18:57 · última 8/08, 01:30

Dos 3 órgãos classificados: 33% esquerda (1) · 0% centro (0) · 67% direita (2) (+1 sem classificação, fora das percentagens)

Grupos de media na cobertura

  • Grupo Renascença Multimédia1
  • Medialivre1
  • New adVentures, Lda.1
  • Sonaecom1

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. As cinco posições contam como três lados: centro-esquerda conta como esquerda, centro-direita como direita. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado. Os títulos são dos respetivos órgãos e cada ligação abre o artigo no site de origem.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Público, às 18:57. Do primeiro ao último artigo passaram 6 h 32 min.

Público
Correio da Manhã
Notícias ao Minuto
Rádio Renascença
7/08, 18:578/08, 01:30

A hora é a que cada órgão publica no seu próprio feed — alguns atualizam-na ao editar o artigo. “Primeiro” significa primeiro entre os órgãos que seguimos, não quem deu a notícia.

Centro-esquerda (1)

Públicoparcial

SMAS de Almada garantem que água é “segura” para consumo humano

Em comunicado, os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada garantem que a água distribuída pela rede pública mantém “a conformidade com os parâmetros legais de qualidade para consumo”.

Centro-direita (2)

Correio da Manhã

SMAS garante qualidade da água em Almada

Serviços realizam um controlo permamente da água da rede pública.

mais 1 artigo anterior do mesmo órgão
Rádio Renascença

Autoridades de saúde e municipais garantem que água do concelho é segura para consumo humano

Autoridades de saúde e municipais de Almada garantem que a água distribuída no concelho continua segura para consumo humano.

Sem classificação (1)

Os títulos e resumos pertencem aos respetivos órgãos. Cada ligação abre o artigo no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial — não avalia artigos individuais. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira; a sua ausência não garante que o artigo seja livre. A factualidade é um eixo à parte da posição editorial e vale para o órgão, nunca para a notícia em causa.