SNS faz depender das Finanças a contratação de mais enfermeiros
4 órgãos · 3 redações · 7 artigos · primeira publicação 3/09, 12:13 · última 4/09, 10:00 · 21 h 47 min de cobertura
Quem cobre esta história
4 órgãos, de 59 no registo cobrem esta história. 3 têm posição editorial conhecida: centro 2 · centro-direita 1. 1 não tem.
A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.
Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 67% centro (2) · 33% direita (1) (+1 sem classificação)
A centro-direita conta como direita.
Pelo menos 1 dos 4 publicaram texto igual ao de outro órgão: 3 redações distintas.
Os títulos, lado a lado
Centro
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.
O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.
Responder ao inquéritoCronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: CNN Portugal, às 12:13. Do primeiro ao último artigo passaram 21 h 47 min.
A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.
Centro (2)
Ministério das Finanças aprovou documento que permite contratação de enfermeiros
O Ministério das Finanças aprovou na quinta-feira o documento que faltava para permitir aos hospitais avançar com a contratação de enfermeiros e de outros profissionais, poucos dias depois do alerta…
mais 2 artigos anteriores do mesmo órgão
Ministério das Finanças aprovou documento que permite contratação de enfermeiros
Documento foi assinado pelos ministros da Saúde e das Finanças e seguiu para publicação em "Diário da República" com caráter de urgência.
Centro-direita (1)
Sem classificação (1)
4 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Estado português · Média Capital · Medialivre · New adVentures, Lda.
Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.