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quem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Tribunal anulou uso de bens de Xuxas pela PJ, mas polícia mantém sofás, televisões e equipamentos de ginásio

4 órgãos · primeira publicação 4/09, 21:45 · última 5/09, 03:17 · 5 h 33 min de cobertura

Quem cobre esta história

4 órgãos, de 62 no registo cobrem esta história. 3 têm posição editorial conhecida: centro-direita 3. 1 não tem.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 0% centro (0) · 100% direita (3) (+1 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

2 dos 4 pertencem a 1 grupo de media: Média Capital (2).

O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: TVI Notícias, às 21:45. Do primeiro ao último artigo passaram 5 h 33 min.

4/09, 21:455/09, 03:17

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro-direita (3)

Observador

3h. Tribunal chumbou uso de bens arrestados a Xuxas pela PJ

Tribunal Central de Investigação Criminal considerou inválido despacho de Luís Neves. Ainda, Ministério das Finanças diz que subida do rating pela agência Fitch iguala Portugal a França e Bélgica.

Rádio Renascença

Tribunal chumbou uso de bens de Xuxas pedidos pela direção de Luís Neves

Em reação, a Judiciária disse não poder responder se foi ou não informada do despacho por já não ter acesso ao processo.

Sem classificação (1)

TVI Notícias

Tribunal anulou uso de bens de Xuxas pela PJ, mas polícia mantém sofás, televisões e equipamentos de ginásio

Um despacho judicial de 2022 considerou sem efeito a decisão de Luís Neves que atribuiu utilidade operacional a dezenas de bens arrestados a Rúben Oliveira.

Histórias relacionadas

São aproximadas por palavras em comum nos títulos, porque ninguém leu as duas histórias para dizer que se relacionam. Como se mede.

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.