Um em cada três hectares ardidos em Portugal teve origem em fogo posto
Sociedade5 órgãos · 4 redações · primeira publicação 2/09, 13:40 · última 3/09, 14:16 · 1 dia de cobertura
Quem cobre esta história
5 órgãos, de 59 no registo cobrem esta história. 4 têm posição editorial conhecida: centro 3 · centro-direita 1. 1 não tem.
A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.
Dos 4 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 75% centro (3) · 25% direita (1) (+1 sem classificação)
A centro-direita conta como direita.
Pelo menos 1 dos 5 publicaram texto igual ao de outro órgão: 4 redações distintas.
2 dos 5 pertencem a 1 grupo de media: Medialivre (2).
O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.
Responder ao inquéritoOs títulos, lado a lado
Centro
Direita
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Rádio Renascença, às 13:40. Do primeiro ao último artigo passaram 1 dia.
A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.
Centro (3)
Área ardida até agosto cai 74% face ao ano passado
Nos primeiros oito meses deste ano, foram consumidos pelo fogo cerca de 67 mil hectares em todo o país. Número compara com 254 mil hectares queimados no ano passado.
Centro-direita (1)
Um em cada três hectares ardidos em Portugal teve origem em fogo posto
Até ao final de agosto, Portugal continua a ser o país da União Europeia com maior percentagem de área ardida.
Sem classificação (1)
Área ardida até agosto cai 74% face ao ano passado
Nos primeiros oito meses deste ano, foram consumidos pelo fogo cerca de 67 mil hectares em todo o país. Número compara com 254 mil hectares queimados no ano passado.
Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.