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quem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Agentes da PSP de Olhão negam em tribunal responsabilidade na morte de imigrante

Sociedade3 órgãos · 2 redações · primeira publicação 8/09, 14:23 · última 8/09, 14:46 · 23 min de cobertura

Fotografia: Diário de Notícias · artigo de origem

Quem cobre esta história

3 órgãos, de 62 no registo cobrem esta história. 3 têm posição editorial conhecida: centro 2 · centro-direita 1.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 67% centro (2) · 33% direita (1)

A centro-direita conta como direita.

Pelo menos 1 dos 3 publicaram texto igual ao de outro órgão: 2 redações distintas.

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 14:23. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 13 min.

8/09, 14:238/09, 15:36

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (2)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Caso de imigrante. Agentes da PSP de Olhão começam a ser julgados

Começaram a ser julgados os dois agentes da PSP de Olhão acusados de sequestro e homicídio de um homem marroquino.

Centro-direita (1)

Correio da Manhã

Agentes da PSP de Olhão negam em tribunal responsabilidade na morte de imigrante

Dois agentes estão acusados de dois crimes de sequestro agravado e um crime de homicídio qualificado, cujos factos remontam a março de 2024.

Histórias relacionadas

São aproximadas por palavras em comum nos títulos, porque ninguém leu as duas histórias para dizer que se relacionam. Como se mede.

3 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Estado português · Global Media Group · Medialivre

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.