Saltar para o conteúdo
espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Assaltos a museus mais violentos podem indiciar novo perfil de criminosos

Mundo · Sociedade · Economia6 órgãos · 5 redações · primeira publicação 24/08, 12:07 · última 24/08, 14:10

Dos 4 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 25% centro (1) · 75% direita (3) (+2 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

O inquérito serve para tirar estes órgãos do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 12:07. Do primeiro ao último artigo passaram 2 h 3 min.

24/08, 12:0724/08, 14:10

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (1)

Centro-direita (3)

Observador

Assaltos violentos a museus indicam novo perfil de criminoso

A Europol explica que o uso de força na abertura das montras, ou violência contra segurança e funcionários, pode indicar um novo perfil de criminosos, diferentes dos traficantes de bens culturais.

Correio da Manhã

Assaltos a museus mais violentos podem indiciar novo perfil de criminosos

Segundo a Europol, novo recurso à violência "pode indiciar o envolvimento de autores com um novo perfil, distinto dos que tradicionalmente se envolviam em crimes contra a propriedade cultural".

Sem classificação (2)

Jornal Económico

Europol diz que assaltos mais violentos a museus estão a indiciar novo perfil de criminosos

“Casos recentes relatados por autoridades nacionais mostram um uso crescente da força durante roubos em museus.

6 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Global Media Group · Média Capital · Media9Par, S.A. · Medialivre · New adVentures, Lda. · Observador On Time, S.A.

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.

Histórias relacionadas

São aproximadas por palavras em comum nos títulos, porque ninguém leu as duas histórias para dizer que se relacionam. Como se mede.