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quem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Ataque russo a Kiev atinge maior fábrica da Coca-Cola na Europa. Há seis feridos

2 órgãos · 1 redação · 5 artigos · primeira publicação 3/09, 17:51 · última 3/09, 22:37 · 4 h 47 min de cobertura

Quem cobre esta história

2 órgãos, de 62 no registo cobrem esta história. 2 têm posição editorial conhecida: centro 1 · centro-direita 1.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Dos 2 órgãos classificados: 0 esquerda · 1 centro · 1 direita

A centro-direita conta como direita.

Pelo menos 1 dos 2 publicaram texto igual ao de outro órgão: 1 redação distinta.

2 dos 2 pertencem a 1 grupo de media: Medialivre (2).

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 17:51. Do primeiro ao último artigo passaram 4 h 47 min.

3/09, 17:513/09, 22:37

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (1)

Sábado

Fábrica da Coca-Cola é atingida por ataque de drones russos na região de Kiev

Um ataque de drones russos provocou um incêndio, esta quinta-feira, numa unidade de produção da Coca-Cola perto da capital ucraniana, sem causar vítimas.

Centro-direita (1)

Correio da Manhã

Fábrica da Coca-Cola é atingida por ataque de drones russos na região de Kiev

Um ataque de drones russos provocou um incêndio, esta quinta-feira, numa unidade de produção da Coca-Cola perto da capital ucraniana, sem causar vítimas.

mais 3 artigos anteriores do mesmo órgão

Histórias relacionadas

São aproximadas por palavras em comum nos títulos, porque ninguém leu as duas histórias para dizer que se relacionam. Como se mede.

Um só grupo de media na cobertura: Medialivre, com 2 órgãos

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.