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espectro
quem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Cinco mestrados em Gestão portugueses estão na elite mundial

3 órgãos · primeira publicação 7/09, 05:00 · última 7/09, 05:01 · 1 min de cobertura

Fotografia: ECO · artigo de origem

Quem cobre esta história

3 órgãos, de 62 no registo cobrem esta história. Um tem posição editorial conhecida: centro-direita 1. 2 não têm.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Do único órgão classificado: 0 esquerda · 0 centro · 1 direita (+2 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

2 dos 3 pertencem a 1 grupo de media: Medialivre (2).

O inquérito serve para tirar estes órgãos do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 05:00. Do primeiro ao último artigo passaram 1 min.

7/09, 05:007/09, 05:01

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro-direita (1)

Correio da Manhã

Cinco mestrados em Gestão portugueses estão na elite mundial

Nova SBE lidera 'ranking' do Financial Times e é a 2.ª melhor do mundo. ISEG estreia-se.

Sem classificação (2)

Jornal de Negócios

Portugal já tem cinco mestrados em gestão no "ranking" do Financial Times

ISEG estreia-se na lista do jornal britânico no lugar 59. Mestrado da Nova SBE sobe à segunda posição, a melhor de sempre, e a Católica do Porto tem a maior subida.

ECO

Portugal tem cinco mestrados em Gestão entre melhores do mundo. Nova SBE arrebata “prata” pela primeira vez

O segundo melhor mestrado em Gestão do mundo é português. Quem o diz é o jornal britânico Financial Times, que atribui, pela primeira vez, a “prata” à Nova School of Business and Economics (Nova…

Grupos de media na cobertura

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.