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espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

EUA destina 1,89 mil milhões para construção de reatores nucleares

Mundo4 órgãos · 3 redações · primeira publicação 26/08, 23:42 · última 27/08, 01:10

Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 33% centro (1) · 67% direita (2) (+1 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Rádio Renascença, às 23:42. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 28 min.

26/08, 23:4227/08, 01:10

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (1)

RTP Notícias (inclui Antena 1)

Exército dos EUA destina 1,89 mil milhões de euros para construção de pequenos reatores nucleares

O exército norte-americano anunciou hoje que atribuiu 2,2 mil milhões de dólares (1,89 mil milhões de euros) a cinco fabricantes para a construção de aproximadamente 20 pequenos reatores nucleares…

Centro-direita (2)

Correio da Manhã

Exército dos EUA destina quase dois mil milhões de euros para construção de pequenos reatores nucleares

Os 20 reatores nucleares irão fornecer energia a cinco instalações militares nos Estados Unidos.

Rádio Renascença

EUA destina 1,89 mil milhões para construção de reatores nucleares

Reatores nucleares vão servir como uma fonte de energia de reserva para o caso de uma interrupção na rede elétrica convencional.

Sem classificação (1)

4 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Estado português · Grupo Renascença Multimédia · Medialivre · New adVentures, Lda.

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.