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espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Ladra dos hotéis 'caçada' pela PSP de Almada

Sociedade3 órgãos · primeira publicação 3/09, 16:14 · última 3/09, 17:55 · 1 h 41 min de cobertura

Quem cobre esta história

3 órgãos, de 59 no registo cobrem esta história. 2 têm posição editorial conhecida: centro-direita 2. 1 não tem.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 0% centro (0) · 100% direita (2) (+1 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 16:14. Do primeiro ao último artigo passaram 1 h 41 min.

3/09, 16:143/09, 17:55

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro-direita (2)

Observador

Almada. Detida por furtos em estabelecimentos hoteleiros

A mulher de 29 anos estaria, alegadamente, alojada nestes estabelecimentos para entrar no quarto dos outros hóspedes para proceder "ao furto de diversos objetos e quantias monetárias".

Correio da Manhã

Ladra dos hotéis 'caçada' pela PSP de Almada

Mulher, de 29 anos, apanhada em flagrante por investigadores, após furtos em quartos de um hotel. Ficou em preventiva.

Sem classificação (1)

O Setubalense

Detida em Almada suspeita de furtos em estabelecimentos hoteleiros

A detida alojava-se em estabelecimentos hoteleiros com o propósito de se introduzir nos quartos de outros hóspedes para se apropriar de dinheiro, bem como de objetos de valor para venda posterior

3 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Medialivre · Observador On Time, S.A. · Outra Margem — Publicações e Publicidade, Lda.

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.