Problemas no hospital Amadora-Sintra não ficarão resolvidos a curto prazo, diz Diretor do SNS
Sociedade3 órgãos · primeira publicação 3/09, 14:40 · última 3/09, 18:50 · 4 h 9 min de cobertura
Quem cobre esta história
3 órgãos, de 59 no registo cobrem esta história. 3 têm posição editorial conhecida: centro-esquerda 1 · centro-direita 2.
A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.
Dos 3 órgãos classificados: 33% esquerda (1) · 0% centro (0) · 67% direita (2)
A centro-esquerda conta como esquerda e a centro-direita como direita.
Os títulos, lado a lado
Esquerda
Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.
Cronologia da cobertura
Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 14:40. Do primeiro ao último artigo passaram 4 h 9 min.
A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.
Centro-esquerda (1)
Director-executivo: Amadora-Sintra tem tempos de espera “inaceitáveis” e não há soluções a curto prazo
Álvaro Almeida admite que há três hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo que o preocupam. Constrangimentos na obstetrícia em Setúbal vão prolongar-se pelo menos até 1 de Outubro.
Centro-direita (2)
Hospital Amadora-Sintra sem resoluções a curto prazo
"Os problemas estruturais do Hospital Fernando da Fonseca podem ser resolvidos de várias formas, nenhuma delas no curto prazo", afirmouo diretor executivo do SNS, Álvaro Almeida.
Problemas no hospital Amadora-Sintra não ficarão resolvidos a curto prazo, diz Diretor do SNS
Álvaro Almeida aguarda que novo conselho de administração da unidade de saúde "consiga estabilizar e reforçar as equipas, reorganizar o serviço de urgência e, dessa forma, minimizar o problema".
3 grupos de media na cobertura, um órgão cada: Medialivre · Observador On Time, S.A. · Sonaecom
Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.