Saltar para o conteúdo
espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

PRR: Ministro avisa que Portugal tem que aprender a viver com menos fundos europeus

4 órgãos · 3 redações · primeira publicação 28/08, 11:49 · última 28/08, 14:30

Dos 3 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 67% centro (2) · 33% direita (1) (+1 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Correio da Manhã, às 11:49. Do primeiro ao último artigo passaram 2 h 42 min.

28/08, 11:4928/08, 14:30

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (2)

Sábado

Ministro da Economia avisa que Portugal tem que aprender a viver com menos fundos europeus

Castro Almeida explica que o país terá de canalizar uma maior fatia do Orçamento do Estado para o investimento.

Centro-direita (1)

Correio da Manhã

Ministro da Economia avisa que Portugal tem que aprender a viver com menos fundos europeus

Governante classificou como "uma fatalidade" o facto de o investimento público ter vivido de fundos europeus.

Sem classificação (1)

Sul Informação

PRR: Ministro avisa que Portugal tem que aprender a viver com menos fundos europeus

O ministro da Economia e da Coesão Territorial avisou hoje que Portugal tem que aprender a viver com menos fundos europeus e a canalizar uma maior fatia do Orçamento do Estado para o investimento.

Grupos de media na cobertura

  • Medialivre2
  • Impresa1
  • Página em Branco — Associação de Comunicadores e Jornalistas Independentes1

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.

Histórias relacionadas

São aproximadas por palavras em comum nos títulos, porque ninguém leu as duas histórias para dizer que se relacionam. Como se mede.