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espectroquem cobre o quê, na imprensa portuguesa

Venezuela diz que flexibilização das sanções "não é suficiente"

Mundo3 órgãos · 1 redação · primeira publicação 4/09, 07:20 · última 4/09, 07:49 · 30 min de cobertura

Quem cobre esta história

3 órgãos, de 59 no registo cobrem esta história. 2 têm posição editorial conhecida: centro 1 · centro-direita 1. 1 não tem.

A barra conta órgãos por posição editorial, nunca avalia artigos. Cada posição da legenda abre a lista dos órgãos que a têm.

Dos 2 órgãos classificados: 0% esquerda (0) · 50% centro (1) · 50% direita (1) (+1 sem classificação)

A centro-direita conta como direita.

Pelo menos 2 dos 3 publicaram texto igual ao de outro órgão: 1 redação distinta.

2 dos 3 pertencem a 1 grupo de media: Medialivre (2).

Os títulos, lado a lado

Um título por órgão, o mais recente de cada um, até 3 por lado. O ponto ao lado de cada órgão é a posição desse órgão, não a do lado.

O inquérito serve para tirar este órgão do cinzento. Mostramos um título sem dizer de que jornal é. Diga de que lado lhe parece escrito.

Responder ao inquérito

Cronologia da cobertura

Primeiro entre os órgãos que seguimos: Sábado, às 07:20. Do primeiro ao último artigo passaram 30 min.

4/09, 07:204/09, 07:49

A hora vem do feed de cada órgão, e alguns atualizam-na ao editar o artigo.

Centro (1)

Sábado

Venezuela: Caracas diz que flexibilização das sanções "não é suficiente" e apela à suspensão total

Washington flexibilizou o regime de sanções aos setores do petróleo e da mineração, bem como ao sistema financeiro público.

Centro-direita (1)

Correio da Manhã

Venezuela diz que flexibilização das sanções "não é suficiente" e apela à suspensão total

Washington flexibilizou o regime de sanções aos setores do petróleo e da mineração, bem como ao sistema financeiro público.

Sem classificação (1)

Grupos de media na cobertura

  • Medialivre2
  • New adVentures, Lda.1

Os títulos pertencem aos respetivos órgãos, e cada ligação abre no site de origem. A marca de acesso pago só aparece onde confirmámos a barreira. A factualidade é do órgão, não da notícia.